Mulheres
Mulheres: proteção antes, durante e depois da violência.
Imagem de IAA violência contra a mulher não começa na agressão e não termina no boletim de ocorrência. Bruno defende que projetos de proteção, acolhimento, capacitação e apoio à independência financeira possam receber incentivo fiscal — para a rede de proteção parar de depender de voluntariado.
O Bruno explica em 1 minuto


O problema na vida real
Entre a primeira ameaça e o pior desfecho, existe muito tempo para agir.
Como a violência escala?
Ela raramente começa no golpe. Começa no controle, na ameaça, na perseguição, no cerco financeiro. Para cada mulher assassinada no país, existem centenas de ameaças registradas e dezenas de agressões físicas anotadas antes.
Isso quer dizer que o sistema costuma ver o problema chegando. O que falta é o que fazer no meio do caminho.
Por que a medida protetiva não basta sozinha?
A medida protetiva é papel. Ela protege quando existe estrutura atrás dela: fiscalização, acolhimento, lugar para ir, dinheiro para se manter.
Os descumprimentos de medida protetiva vêm crescendo, e o descumprimento costuma anteceder o crime mais grave. Quando a mulher não tem para onde ir, ela volta.
Por que renda é política de proteção?
Boa parte das mulheres que sustentam sozinhas a casa vive com o mínimo, acumulando trabalho remunerado, cuidado dos filhos e afazeres domésticos.
Sair de uma relação violenta é, na prática, uma decisão econômica. Sem renda própria, sem creche, sem qualificação e sem orientação jurídica, a saída não existe.
Por isso Bruno defende que proteção, acolhimento, capacitação profissional, apoio psicológico e orientação jurídica entrem nas leis de incentivo fiscal — o mesmo mecanismo que já sustenta esporte e cultura no país.
Dados e números
O tamanho do problema
Todos os números acima vêm de fontes públicas oficiais. Dados de demanda local, coletados pelos formulários deste site, aparecem sempre marcados como LEVANTAMENTO DA CAMPANHA.
O que Bruno já fez
Da comunidade para a lei
Quem trabalha com criança na comunidade conhece a casa dela
Nos projetos sociais de Bruno, a inscrição da criança é quase sempre feita pela mãe. É ela quem leva, quem busca, quem conta o que está acontecendo em casa. Foi por aí que a pauta chegou: não por estatística, mas por conversa de mãe na porta da quadra.
Imagem de IAIncentivo fiscal para a rede de proteção à mulher
Permitir que projetos de proteção, acolhimento, capacitação profissional, apoio psicológico e orientação jurídica captem por lei de incentivo — dando à rede de proteção a mesma base de financiamento que esporte e cultura já têm.

As propostas
O que Bruno vai levar para Brasília
Incentivo fiscal para projetos de proteção à mulher
Incluir políticas, ações e projetos de proteção nas leis de incentivo fiscal, para o financiamento parar de depender de doação avulsa.
Apoio a casas de acolhimento
Lugar para ir no dia em que sair de casa deixa de ser opção e vira necessidade.
Capacitação profissional
Qualificação que gera renda própria — a base de qualquer saída real.
Atendimento psicológico
Acompanhamento para quem viveu violência e para os filhos que assistiram a ela.
Orientação jurídica
Entender o próprio direito, acompanhar o processo e não desistir no meio do caminho.
Apoio a mães solo
Creche, renda e rede de apoio para quem sustenta a casa sozinha.
Prevenção nas comunidades
Chegar antes: informação, escuta e rede de vizinhança onde a violência costuma começar em silêncio.

As propostas
O que Bruno vai levar para Brasília
Incentivo fiscal para projetos de proteção à mulher
Incluir políticas, ações e projetos de proteção nas leis de incentivo fiscal, para o financiamento parar de depender de doação avulsa.
Apoio a casas de acolhimento
Lugar para ir no dia em que sair de casa deixa de ser opção e vira necessidade.
Capacitação profissional
Qualificação que gera renda própria — a base de qualquer saída real.
Atendimento psicológico
Acompanhamento para quem viveu violência e para os filhos que assistiram a ela.
Orientação jurídica
Entender o próprio direito, acompanhar o processo e não desistir no meio do caminho.
Apoio a mães solo
Creche, renda e rede de apoio para quem sustenta a casa sozinha.
Prevenção nas comunidades
Chegar antes: informação, escuta e rede de vizinhança onde a violência costuma começar em silêncio.
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