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Mulheres: proteção antes, durante e depois da violência.

Mulheres

Mulheres: proteção antes, durante e depois da violência.

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A violência contra a mulher não começa na agressão e não termina no boletim de ocorrência. Bruno defende que projetos de proteção, acolhimento, capacitação e apoio à independência financeira possam receber incentivo fiscal — para a rede de proteção parar de depender de voluntariado.

O Bruno explica em 1 minuto

O problema na vida real

Entre a primeira ameaça e o pior desfecho, existe muito tempo para agir.

Como a violência escala?

Ela raramente começa no golpe. Começa no controle, na ameaça, na perseguição, no cerco financeiro. Para cada mulher assassinada no país, existem centenas de ameaças registradas e dezenas de agressões físicas anotadas antes.

Isso quer dizer que o sistema costuma ver o problema chegando. O que falta é o que fazer no meio do caminho.

Por que a medida protetiva não basta sozinha?

A medida protetiva é papel. Ela protege quando existe estrutura atrás dela: fiscalização, acolhimento, lugar para ir, dinheiro para se manter.

Os descumprimentos de medida protetiva vêm crescendo, e o descumprimento costuma anteceder o crime mais grave. Quando a mulher não tem para onde ir, ela volta.

Por que renda é política de proteção?

Boa parte das mulheres que sustentam sozinhas a casa vive com o mínimo, acumulando trabalho remunerado, cuidado dos filhos e afazeres domésticos.

Sair de uma relação violenta é, na prática, uma decisão econômica. Sem renda própria, sem creche, sem qualificação e sem orientação jurídica, a saída não existe.

Por isso Bruno defende que proteção, acolhimento, capacitação profissional, apoio psicológico e orientação jurídica entrem nas leis de incentivo fiscal — o mesmo mecanismo que já sustenta esporte e cultura no país.

Dados e números

O tamanho do problema

1.571mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025 — o maior número da série histórica e o quarto recorde seguido.FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA · 20º ANUÁRIO, 2026
502ameaças registradas para cada feminicídio do país. São também 182 agressões físicas e 84 descumprimentos de medida protetiva por caso.FBSP · 20º ANUÁRIO, 2026
+17%foi o aumento no descumprimento de medidas protetivas em 2025. A perseguição cresceu 30% e a violência psicológica, 17%.FBSP · 20º ANUÁRIO, 2026
10,3 miunidades domésticas são chefiadas por mães que vivem com os filhos, sem cônjuge.IBGE · CENSO 2022

Todos os números acima vêm de fontes públicas oficiais. Dados de demanda local, coletados pelos formulários deste site, aparecem sempre marcados como LEVANTAMENTO DA CAMPANHA.

O que Bruno já fez

Da comunidade para a lei

JÁ EXISTE

Quem trabalha com criança na comunidade conhece a casa dela

Nos projetos sociais de Bruno, a inscrição da criança é quase sempre feita pela mãe. É ela quem leva, quem busca, quem conta o que está acontecendo em casa. Foi por aí que a pauta chegou: não por estatística, mas por conversa de mãe na porta da quadra.

PODE VIRAR
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Incentivo fiscal para a rede de proteção à mulher

Permitir que projetos de proteção, acolhimento, capacitação profissional, apoio psicológico e orientação jurídica captem por lei de incentivo — dando à rede de proteção a mesma base de financiamento que esporte e cultura já têm.

As propostas

O que Bruno vai levar para Brasília

Incentivo fiscal para projetos de proteção à mulher

Incluir políticas, ações e projetos de proteção nas leis de incentivo fiscal, para o financiamento parar de depender de doação avulsa.

Apoio a casas de acolhimento

Lugar para ir no dia em que sair de casa deixa de ser opção e vira necessidade.

Capacitação profissional

Qualificação que gera renda própria — a base de qualquer saída real.

Atendimento psicológico

Acompanhamento para quem viveu violência e para os filhos que assistiram a ela.

Orientação jurídica

Entender o próprio direito, acompanhar o processo e não desistir no meio do caminho.

Apoio a mães solo

Creche, renda e rede de apoio para quem sustenta a casa sozinha.

Prevenção nas comunidades

Chegar antes: informação, escuta e rede de vizinhança onde a violência costuma começar em silêncio.

As propostas

O que Bruno vai levar para Brasília

Incentivo fiscal para projetos de proteção à mulher

Incluir políticas, ações e projetos de proteção nas leis de incentivo fiscal, para o financiamento parar de depender de doação avulsa.

Apoio a casas de acolhimento

Lugar para ir no dia em que sair de casa deixa de ser opção e vira necessidade.

Capacitação profissional

Qualificação que gera renda própria — a base de qualquer saída real.

Atendimento psicológico

Acompanhamento para quem viveu violência e para os filhos que assistiram a ela.

Orientação jurídica

Entender o próprio direito, acompanhar o processo e não desistir no meio do caminho.

Apoio a mães solo

Creche, renda e rede de apoio para quem sustenta a casa sozinha.

Prevenção nas comunidades

Chegar antes: informação, escuta e rede de vizinhança onde a violência costuma começar em silêncio.

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