Banco Regional de Remédios

Sair de uma consulta médica com a receita em mãos e não encontrar o medicamento necessário na rede pública é um obstáculo recorrente enfrentado pela população. A interrupção ou o atraso no tratamento traz riscos e isso não pode continuar.
O Bruno explica em 1 minuto


O problema aqui
A receita está na mão. O remédio é que acabou.
A consulta saiu, o diagnóstico saiu, a receita saiu. Aí a pessoa chega na farmácia municipal e ouve que o medicamento está em falta e que é para voltar semana que vem. Volta, e continua em falta.
Para tratamento contínuo, isso é grave: pressão, diabetes e saúde mental não admitem interrupção. E o mais frustrante é que, muitas vezes, o mesmo remédio está sobrando na cidade vizinha.
Abrangência: Região Metropolitana de Campinas (RMC)
A proposta
Para combater a falta temporária de insumos nas farmácias municipais, a proposta prevê a criação de um sistema de cooperação regional na Região Metropolitana de Campinas (RMC).
Como fazer
As frentes que a proposta prevê
Empréstimo emergencial
Caso um município enfrente o desabastecimento temporário de determinado medicamento, a prefeitura poderá recorrer ao estoque do Banco Regional de Remédios.
Reposição posterior
A devolução do item emprestado é feita assim que o estoque da prefeitura for regularizado, mantendo o fluxo e a segurança do sistema.
O que cabe a um deputado federal nesta pauta
O problema é municipal. O recurso, a autorização e a articulação institucional passam por Brasília — e é exatamente aí que o mandato atua.
Atuação em Brasília para a articulação de recursos, desenvolvimento de modelos contratuais de cooperação entre os municípios e apoio na implementação de ferramentas de gestão transparentes.
A execução da obra é atribuição da prefeitura. O mandato federal articula, viabiliza e fiscaliza.
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“Garantir o acesso contínuo aos medicamentos prescritos é essencial para o cuidado com a saúde e para evitar que entraves burocráticos interrompam tratamentos.”

“Garantir o acesso contínuo aos medicamentos prescritos é essencial para o cuidado com a saúde e para evitar que entraves burocráticos interrompam tratamentos.”

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